Thabor

Conheça aqui essa residência dos Arautos do Evangelho

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Sicut Cervus: um inestimável patrimônio espiritual, artístico e cultural…

Atendendo aos pedidos de nossos leitores, postamos mais um vídeo do Coro do Seminário dos Arautos do Evangelho.

Desta vez, trata-se de Sicut Cervus de Giovanni Pierluigi da Palestrina (1525-1594).

Uma excelente música que nos faz lembrar o discurso do Papa Bento XVI no final do concerto apresentado pela fundação “Domenico Bartolucci”:

Todos os trechos que ouvimos e sobretudo o seu conjunto, onde estão em paralelo os séculos XVI e XX concorrem para confirmar a convicção de que a polifonia sacra, em particular a chamada “escola romana”, constitui uma herança que deve ser preservada com solicitude, mantida viva e dada conhecer, em benefício não só dos estudiosos e dos cultores, mas da Comunidade eclesial no seu conjunto, para a qual constitui um inestimável patrimônio espiritual, artístico e cultural.

Letra e Tradução de Sicut Cervus:

Sicut cervus desiderat ad fontes aquarum, ita desiderat anima mea ad te Deus.

Como o cervo anseia pela fonte das águas, a minha alma anseia por Vós, ó meu Deus

(Salmo 41, 2)

 

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Peculiaridades históricas da origem do Brasil

Rio de Janeiro

Por Mary Teresa MacIsaac,
2ª Série. Extraído do jornal do estudante: Chez nous, nº35.

Cada nome que é criado tem uma pequena história. Poucos são as denominações com origem desconhecida ou dos quais não se sabe por que foram adotados. Mesmo na História do Brasil houve inúmeras peculiaridades assim.

Ao chegarem os portugueses na então Terra de Santa Cruz, escolheram o nome de “Todos os Santos” à baía onde aportaram, por ser o dia 1º de Novembro;

“Rio de Janeiro”, pois lá chegaram durante o mês de Janeiro, e acharam que estavam entrando na foz de um rio;

“Olinda” porque quando Nicolau Coelho chegou lá, exclamou: “Ó linda!”;

“Fernando de Noronha” em honra ao seu descobridor (que na realidade chamava-se Fernão de Loronha), e assim por diante.

Francisco I Rey de Francia – Castillo de Blois

 Entretanto, há uma outra denominação que sofreu mudanças bastante mais curiosas. O Barão de Saint Blancard, almirante da esquadra do Rei Cristão de França, possuía grandes aspirações coloniais. Por que não fundar uma nova França naquele território riquíssimo além-mar? Era tão vasto, pensou ele, que seria muito fácil aportar, colonizar e extrair riquezas sem que ninguém o percebesse. O Rei Francisco I aprovou sua ideia. Vieram então ao Brasil cento e vinte homens de guerra, num navio chamado La Pellerine.

Os franceses escolheram o Nordeste, lugar estratégico, pois era o ponto mais próximo da França. O local havia sido colonizado por um português, chamado Fernão Buco, mas fora abandonado por serem os índios demasiado ferozes. Chegaram os franceses e encheram La Pellerine de pau-brasil, papagaios e macacos. Construíram uma fortaleza e deixaram o senhor De la Motte com alguns outros para tomarem conta do lugar, até voltarem.

O senhor De la Motte encontrou-se com os índios, distribuiu presentes e perguntou-lhes o nome do lugar. Estes, nada entendendo do francês, responderam: “Fernão Buco”. Os franceses passaram então a chamar o local de “Fernam Buquo”, pois não conseguiam pronunciar “ão”. Mais tarde os portugueses os expulsaram da região, a qual, com o passar do tempo, ficou chamada: “Pernambuco”.

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O que nosso fundador lhe diz hoje?

“O evangelho sempre separa o bem do mal. Saibamos discenir o caminho do bem, o caminho dos bem-aventurados”.

Mons. João S. Clá Dias, EP

Homília de 18/10/12 – Basílica Nossa Senhora do Rosário.

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Refinados como a prata

Por Alcides Gutierres, 1º ano de Teologia. Extraído do Jornal do estudante Chez nous, n. 35

Um dos deveres de nosso dia-a-dia consiste na recitação do Oficio Divino[1]. Este, na maioria composto por salmos, nos faz meditar em realidades que estão além de nosso quotidiano. Por exemplo, a famosa passagem do profeta Malaquias, aliás, presente nas obras de Haendel, numa parte do belíssimo oratório “O Messias”: “Purificará os filhos de Levi e os refinará, como se refinam o ouro e a prata’’ (Malaquias 1,3).

Sem dúvida esse trecho pode ser aplicado à nossas vidas. Para que os leitores a entendam melhor, nossa equipe de redação visitou um ourives, a fim de assistir a uma purificação de prata.

Primeiramente ele tomou uma pepita de prata e, com muitos golpes, quebrou-a ao meio, para ver o centro, se fosse branco e leitoso seria bom sinal; se fosse cinzento, a prata não estaria pura.

Em seguida colocou os pedaços da prata na forma incandescente, (esquentada por um de nossos diáconos que acompanhava a equipe) onde permanece até derreter. Nesse momento ocorreu algo curioso: um dos nossos fez uma pergunta ao ourives, mas este não respondeu. O arauto insistia, mas ele dizia:

-“agora não”. Quando contemplávamos a prata transformada num líquido incandescente, do qual saíam labaredas esverdeadas, o ourives virou a forma e disse: -“Devo manter os olhos fixos nela até tornar-se limpa como um espelho, a ponto de ver-me refletido, pois se a prata fosse deixada um instante a mais, seria destruída”.

Diversas pepitas de metais preciosos

 Após submergir a pepita em um ácido, retirou-a, entregando-a em nossas mãos.

Num silêncio respeitoso, os que ali estavam, imaginavam-se passando pela purificação. Contudo, o ourives tomou a pepita e começou a bater nela uma, duas, cinco vezes; comentando em seguida: “Se quebrasse nas primeiras quatro, teria que voltar ao fogo”. Continuou batendo até quebrá-la ao meio. Tomando-a inspecionou seu conteúdo, dizendo: -“ É boa mesmo, branca e leitosa”.

Todos seremos provados como a prata. Para isto, é indispensável o fogo. Entretanto, ao sentirmos o calor das chamas, tenhamos esta certeza: Deus, muito ao contrário de nos abandonar, não deixa de nos olhar, pois: “se a prata fosse deixada um instante a mais, seria destruída”. Ele quer ver sua própria fisionomia refletida em nós: Christianus alter Christus!

Após um último sacrifício, seremos quebrados novamente. Só então estaremos prontos para sermos moldados ao gosto do Ourives e para nos transformarmos numa obra pura e bela. Mas lembremos: é indispensável passar pelo fogo da provação, e, se uma vez não for suficiente, talvez só na terceira ou na quarta estaremos prontos.


[1] Também conhecido como Lirturgia das horas, na linguagem antiga como Breviário.

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Detalhe em foto: Restauração do Telhado concluída!

A restauração do telhado da Basílica Nossa Senhora do Rosário foi concluída!

Qual não foi a surpresa de todos quando viram que o telhado formava desenhos coloridos!

Clique na imagem para ampliar

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O Iesu Christe, música polifônica em latim

Os responsáveis pelo som da Basílica Nossa Senhora do Rosário, Caieiras-SP, fizeram um teste de gravação com um novo microfone.

A música gravada foi cantada pelo coro do Seminário Thabor, Arautos do Evangelho. Trata-se de uma polifonia da autoria de Jacquet de Mantua (1495-1559): O Jesu Christe.

O Jesu Christe, miserére mei cum dolóre lángueo.
Dómine, Tu es spes mea. Clamávi, ad Te. Miserére mei.

O Jesus Cristo, tende piedade de mim, que me desfaço em dores.
Senhor, Vós sois a minha esperança. A Vós clamei. Tende piedade de mim.

Vídeo

 

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Tour pela Basílica

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário, na Diocese de Bragança Paulista foi elevada à categoria de Basílica Menor, no dia 24 de maio de 2012.

Esta Igreja pertence ao conjunto de edifícios no qual se encontram o Seminário da Sociedade Clerical Virgo Flos Carmeli e a Casa de Formação dos Arautos do Evangelho.

Visão Externa:

Visão  de entrada:

Visão interna:

Capelas laterais:

Capela do Santíssimo Sacramento:

Pinturas:

Sacristia:

 

 

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Início da primavera: grandezas de pequenas criaturas!

Ensinava o Santo Padre João Paulo II aos floristas italianos:

Em sua delicada e perfumada elegância, as flores testemunham a magnificência do Criador. A Sagrada Escritura se serve frequentemente da linguagem das flores, para convidar o homem à grandeza de Deus. Recordo das palavras do Eclesiástico ‘diz: Ouvi-me, rebentos divinos, desabrochai como uma roseira plantada à beira das águas; como o Líbano, espargi suave aroma, dai flores como o lírio, exalai perfume e estendei graciosa folhagem. Cantai cânticos e bendizei o Senhor nas suas obras’” (Eclo 39, 17-19).¹

Por isso, caro leitor, o convido a participar da grandeza de Deus, admirando pequenas criaturas fotografadas neste ínicio de primavera no Thabor.

¹JOÃO PAULO II, Papa. Discurso del Santo Padre Juan Pablo II al club de los floristas italianos. Sábado 24 de noviembre de 1979. Tradução Pessoal.

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Detalhe em foto: reunião de pais e mestres

 

No mês de Setembro realizou-se mais uma reunião de pais e mestres do Colégio Arautos do Evangelho – Thabor e Monte Carmelo.

Registramos aqui alguns detalhes em foto do convívio  entre os pais, professores e  alunos.

 

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